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sábado, 30 de junho de 2012

Papagaio verde (ou Periquito-de-colar)

(Psittacula Krameri)- Scopoli, 1769

As suas estridentes vocalizações, tanto em voo como quando se alimenta, permitem facilmente detectar a sua presença. Com tonalidade geral verde possui uma cauda e asas compridas, bico grande e vermelho em forma de gancho. Mede de 38 a 43 cm. O macho tem um característico colar preto e rosa. Voa, quase sempre, em bandos que podem atingir dezenas de exemplares.

Pode viver até 30 anos, embora, em média dure cerca de 20. 

É uma espécie exótica de origem africana e asiática, pertencente à família dos papagaios (psitacídeos). A sua presença entre nós deve-se a fugas de cativeiro ou mesmo a  libertações propositadas.

A sua distribuição em portugal é muito localizada. Pode ser visto sobretudo em parques e jardins de Lisboa (jardim da Estrela, Jardim do Ultramar, zona da Estefânia e Parque Calouste Gulbenkian) e também nos Jardins de Oeiras. No norte tem sido observado no Parque da Cidade, no Porto. No Alentejo vê-se na Comporta (junto ao estuário do Sado). No Algarve tem sido avistado na zona do Alvor.

Reino:    Animalia
Filo:       Chordata
Classe:   Aves
Ordem:  Psitaciformes
Família: Psittacidae
Género: Psittacula
Espécie: P. Krameri



Imagens captadas em Oeiras






(Psittacula Krameri)

domingo, 20 de maio de 2012

Flamingo (Flamingo-rosado)

(Phoenicopterus roseus)

Até  à década de (19)80 era muito raro verem-se flamingos em Portugal. A partir desta altura passaram a observar-se, nas zonas húmidas pouco profundas, grandes bandos, que actualmente chegam a ter centenas de indivíduos.

 Esta é de todas a maior espécie de flamingos, com o pescoço e pernas muito longos, podem medir de altura entre 110cm a 150cm, ter uma envergadura de 140cm a 170cm e  pesar entre 2 a 4 Kg. A plumagem tem um tom cor-de-rosa, que se nota mais durante o voo, originada pela ingestão de alimentos ricos em carotenóides. Enquanto descansam imobilizam-se e dobram uma das patas mantendo-a junto ao peito enquanto a outra sustenta o corpo em impressionante equilíbrio.

Alimentam-se, por filtragem, de algas, pequenos crustáceos e moluscos. Os estuários, os arrozais e as lagoas junto à costa constituem os seus habitats preferidos. Os ninhos, feitos pelas fêmeas, são altos. A postura é de apenas dois ovos que demoram 30 dias a eclodir. A nidificação não ocorre todos os anos dependendo de diversos factores nomeadamente o nível das águas das zonas que habitam.

A África, o Sul da Europa e a Ásia ocidental constituem as principais áreas de distribuição de flamingos. Podem observar-se por cá durante todo o ano mas não nidificam no nosso País, sendo originários das colónias espanholas (Laguna de Fuente de Piedra, em Málaga e Doñana, em Huelva)        e francesa (Camargue). 

 Em Portugal na região Centro podem observar-se nas Ria de Aveiro, no estuário do Mondego e na lagoa de Óbidos. Na zona de Lisboa e Vale do Tejo podemos vê-los no estuário do Tejo nas lezírias da Ponta da Erva, em Pancas, no sítio das Hortas e na Ribeira das Enguias; podem também, por vezes ser vistos na margem Direita do Tejo, no Parque do Tejo e nas salinas de Alverca. No Alentejo é o estuário do Sado o melhor sítio para os ver podendo também ser avistados na lagoa de Santo André e na lagoa dos Patos. No Algarve podem ver-se no Ludo, na reserva de Castro Marim, no rio Alvor, no estuário do Arade e na lagoa dos Salgados.




Reino:  Animalia
Filo:     Chordata
Classe: Aves
Ordem: Phoenicopteriformes
Família: Phoenicopteridae
Género: Phoenicopterus
Espécie: P. roseus


                                                Imagens captadas em Alcochete











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